O Céu e o Inferno

030 – PARTE 1 – Doutrina-Cap. VI Doutrina das Penas Eternas-Item 4-6

Período de estudo: 03/12/2012 - 10/12/2012

Reflexões:

1) O que nos mostra o período que Jesus escolheu para nos revelar a "verdadeira face de Deus"?

2) Por que Jesus nos deixou várias coisas sob o véu das parábolas?

3) Qual foi o papel de Jesus nessa época?

4) O que nos ensina o "Pai Nosso" ensinado por Jesus?



Conclusão

CONCLUSÃO

1) Nos mostra a evolução do homem - quando Jesus veio (assim como os profetas) deu continuidade ao que Moisés havia ensinado; foi como uma lapidação da pedra bruta que já havia sido limpa, mas ainda continha impurezas.
Isso vem mostrar que os homens de ontem são os mesmo de hoje que cada vez mais se depuram e aprendem - somente isso explica a máxima de que para Deus todos somos iguais.

2) Porque, apesar de já termos evoluído ao ponto de percebermos um Deus de amor e uma justiça de consequências e não de castigo, ainda não eramos capazes de compreender o mundo espiritual, pois nos faltava conhecimentos e moralidade para entender o que hoje se sabe. Assim, Jesus falou por parábolas o que só compreenderíamos mais tarde, quando já tivéssemos adquirido os pré-conhecimentos necessários.

3) Como disse nosso companheiro Manuel: "O papel de Jesus foi o de personificação da 2ª Revelação, que objetivou, dentre outras coisas: apresentar a vida espiritual, na qual encontraremos as recompensas prometidas por Deus, a caridade como fonte única de salvação, Deus como nosso Pai (e não um senhor de exércitos) e nos ensinar virtudes ou desconhecidas ou desprezadas, como o perdão irrestrito das ofensas, humildade e amor incondicional. Jesus, como nos ensina Emmanuel, foi a lição insuperável do amor!"

4) A oração dominical está inserida no capítulo VI de O Evangelho Segundo Mateus, o qual trata, além deste tópico específico, a prática da justiça, como se deve dar esmolas, como se deve orar, como jejuar, os tesouros do céu, a luz e as trevas, os dois senhores e a ansiosa solicitude pela vida, na ordenação muito apropriada da codificação realizada por Kardec.
É o mais perfeito modelo de concisão, verdadeira obra-prima de sublimidade na simplicidade. Com efeito, sob a mais singela forma, ela resume todos dos deveres do homem para com Deus, para consigo mesmo e para com o próximo. Encerra uma profissão de fé, um ato de adoração e de submissão; o pedido das coisas necessárias à vida e o princípio da caridade. (Equipe da FEB, 1995)